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Archive for the ‘varanda’ Category

Meio sem querer acabei formando uma coleção de garrafas de água mineral.
Foi engraçado, comecei com uma garrafa de vinho e uma rosa aqui em casa (européia) e daí não parei mais.
E olha que nem faz tanto tempo assim…
O fato é que viajo, tomo água, me encanto e acabo trazendo as garrafas meio que escondidas na mala.
Semana passada tive um acesso consumista floral: as astromélias estavam com um preço legal e trouxe três maços para casa. O resultado foram as garrafas floridas espalhadas por todos os cantos, dando um toque feliz à minha casa e seus moradores.
E aí explico minha felicidade ao ver no supermercado este lançamento da Minalba:  uma água especial, nesta garrafa linda, que parece ter corais/algas em relevo. Bem veio para o carrinho e consequentemente veio para casa.
Já bebi o conteúdo.
Agora só está esperando pelas flores…
Beijoca!

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É hoje, 26 de março, entre às 20:30 e 21:30.

Simbolicamente, apague as luzes durante uma hora para mostrar seu apoio contra o aquecimento global.
Aqui em casa aderimos.

E como hoje teremos visitas, pensei como deixar a casa charmosa e aconchegante quando apagarmos as luzes.

Adaptei a dica das velas nas garrafas da Cris para criar vários castiçais espalhados – e dar uma função nobre à muitas garrafas que pairavam aqui pela casa.

Na varanda, coloquei velinhas de rèchaud para a mesa dos aperitivos.

E para adornar a  mesa de jantar, fiz as cúpulas para taças.

Ou seja, se você quer apoiar a hora do planeta com um charme a mais, ainda dá tempo de fazê-lo com suas próprias mãos.
Beijo grande

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>cada coisa em seu lugar

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Ontem, professor Pardal baixou aqui em casa com sua caixa mágica de ferramentas (Para total deleite do pequeno).
Tinha recebido um chamado especial meu para pendurar os vasos, que há bem 15 dias se acomodavam no chão de cimento queimado.
Acho importante colocarmos as coisas em ordem, colocarmos os pingos nos “is“.
Mas não que esta busca por ordem, perfeição seja obsessiva. Acredito que ela deva ser uma meta, não uma amarra.
Ontem mesmo, enquanto pendurávamos os vasos conversávamos sobre a simplicidade.
Sim, porque os furos que vieram nos vasos eram muito pequenos e proibiam qualquer gancho de pendurá-los.
Fomos à casa de parafusos, depois ao serralheiro para cortar os ganchos ou seja demos a volta ao mundo.
Mas descobrimos, por fim, que o mais fácil seria alargar o furo com uma lixa de metal.
(seria mais fácil cortar os quatro pés da camas, não é?)
Ou seja, era uma solução simples, bem simples, que resolveria tudo de uma vez.
Para que complicar então?
O óbvio estava sob nossos olhos, como sempre.
E é assim.
Quando descomplicamos, o sol vem pela manhã aparecer nas fotos.
E ficamos, felizes, à espera das flores.
Um beijo.

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>cor de terra

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Meu projeto deste final de semana era colocar em prática um capricho antigo: transferir todas minhas orquídeas para vasos de barro.
Acredito que os vasos de barro são os mais tradicionais e até um certo ponto “simples”. Eu sou apaixonada pela textura e a forma como envelhecem e mostram a passagem do tempo em sua superfície. 
Comprei vários modelos de parede para liberar espaço. Achei que já tinha os ganchos colocados, mas errei.
Paciência. Professor Pardal entrará em ação novamente nesta semana ;-)
Comprei também uns com furos, aqueles tradicionais.
Acomodaram várias phalaenopsis, entre elas a que ganhei em meu casamento.
Mesmo sem ter tudo terminado, achei que meu cantinho ficou mais charmoso e agradável.
Uma das tinas armazena o material de jardinagem, alguns regadores das lembrancinhas das crianças, … tudo conversa. E, particularmente, acho que eles formaram um par perfeito com meus amados vasos vietnamitas azuis.
Ou seja, tudo em perfeita harmonia.
Para um perfeito domingo.
Beijo grande.

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