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Archive for the ‘sala de estar’ Category

em movimento

A maior parte dos meus copos e taças estava guardada em caixas no depósito desde o ataque dos cupins ao antigo bar daqui de casa. E olhe que isto aconteceu nos idos de 2008… O fato é que outro dia resolvi remexer em tudo e não deixar mais coisas paradas – a Cris sempre diz que a energia tem que fluir, não é mesmo?
Comprei mais prateleiras aramadas (#mania) e coloquei na sala de almoço. Subi os copos e deixei as caixas ajeitadas nas prateleiras.
Ainda assim, não estava nem um pouco feliz. Tudo fechado, tudo sem acesso. Ai, não é assim que as coisas devem ficar; para mim, tudo deve estar sempre à mão.
Em paralelo, estava procurando outro lugar para um armário do quarto da filhota. Papai Noel ficou em débito no ano passado e neste prometeu trazer um brinquedo grande, que precisará de muito espaço para se ajeitar no quarto provençal.
Ligando dois mais dois e medindo os espaços, a tal prateleira provençal cabia direitinho em um canto da sala de jantar para ajeitar os copos. Perfeito!
Mudanças feitas, copos ajeitados, sensação de mobilidade sem gastar nenhum tostão a mais.
Aquela sensação de pequena felicidade, sabe?
Eu, que já troquei cômoda de lugar e função, pendurei desenhos na parede e deixei uma criança de três anos pintar um armário, ainda me surpreendo com o poder das pequenas transformações.
Neste final de semana tive um filho no antibiótico e uma filha enciumada numa cidade cinza. Para completar estava de papo com o maridex divagando sobre o que seria da nossa vida num período de incertezas.
Quando tive os cinco minutos e resolvi trocar tudo de lugar, abrir caixas e movimentar, uma nova energia pairou no ar.
Ao final, ouvi do marido: “Foi muito bacana, valeu a pena e eu estou mais animado.”
É assim.
Decorar transcende a pura beleza visual, a estética, o fru fru, o fútil.
Decorar vem do coração, está na etimologia da palavra. E tem que ser para o coração.
Um beijo
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Cabo Finisterra (em galegoCabo Fisterra) é um promontório de granito, de uma altura de 600 m, situado no concelho de Finisterraprovíncia da Corunha, na Galiza (Espanha), e constituindo uma península de 3 km de comprimento.” ensina a Wikipedia
Diz a lenda que antes de se lançarem ao mar e descobrirem o novo mundo os espanhóis acreditavam que ali era o ponto onde acabava a terra. Este marzão imenso à frente só fazia confirmar a história.
Este também é o marco zero do Caminho de Santiago.
Ou – piada pronta total – o lugar onde Judas perdeu as botas…

Independente do fato ou da crença, o visual é deslumbrante. 
Algo único.
Eu me emocionei muito em poder estar com meus pequenos e meu querido em um lugar assim. E acho especialmente interessante para as crianças poderem vivenciar isto tão jovens, tão pequenas, com sua visão única.
Queria de alguma forma deixar uma marca com eles, uma lembrança.
Como estávamos na costa os souvenires disponíveis vinham do mar.
E assim, foi. Cada filho escolheu o seu, com o encanto e magia especiais de cada objeto.
Estas pequenas lembranças foram exploradas, observadas e muito queridas.
São memórias vivas.
E agora estão sempre à mão, no baú da nonna, com as imagens da Itália e as famosas conchas da praia, que tanto me ensinaram. 
E é desta forma que vamos construindo a nossa história.
Até o final da terra.
Uma beijoca.

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Meio sem querer acabei formando uma coleção de garrafas de água mineral.
Foi engraçado, comecei com uma garrafa de vinho e uma rosa aqui em casa (européia) e daí não parei mais.
E olha que nem faz tanto tempo assim…
O fato é que viajo, tomo água, me encanto e acabo trazendo as garrafas meio que escondidas na mala.
Semana passada tive um acesso consumista floral: as astromélias estavam com um preço legal e trouxe três maços para casa. O resultado foram as garrafas floridas espalhadas por todos os cantos, dando um toque feliz à minha casa e seus moradores.
E aí explico minha felicidade ao ver no supermercado este lançamento da Minalba:  uma água especial, nesta garrafa linda, que parece ter corais/algas em relevo. Bem veio para o carrinho e consequentemente veio para casa.
Já bebi o conteúdo.
Agora só está esperando pelas flores…
Beijoca!

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>com livros

>

Eu sei, eu sei. Decorar com livros é meio chavão.

Nas casas de novela ou de revista, em geral, sempre tem uma pilha de livros lindos, de arte, estrategicamente colocados nas mesas de centro. Eu me lembro de uma vez ir visitar um casal de amigos que havia acabado de construir uma casa linda e finamente decorada. Logo na entrada havia um grande aparador que abrigava um livrão com as ilustrações da Margaret Mee. Fiquei super tentada a folheá-lo mas a localização impecável me intimidou. Parecia que ninguém nunca havia corrido os dedos por aquelas páginas belíssimas.

Aqui em casa eu tenho muitos livros apoiados nos parapeitos das janelas e no escritório. 

Uma boa parte foi “herança antecipada”, pertenciam ao meu sogro. Antes de falecer muito jovem, ele era diretor financeiro de uma grande empresa e na época ganhava muitos, mas muitos mesmo, livros de arte.
Minha sogra, quando se mudou deste apartamento, não quis levá-los consigo. Eu, encantada e de muito bom grado, me ofereci para ficar com eles.
Foi a melhor coisa que fiz. Maridex comenta que fica muito feliz quando vê os livros sendo folheados, admirados pelos nossos pequenos e por quem é recebido aqui em casa. Eles estão acessíveis às mãos, aos olhos e à curiosidade de quem se dispõe a mergulhar em suas páginas.

Meu filho, em especial, é apaixonado por eles. Vê, revê, passa momentos preciosos e gostosos com eles. E agrega mais literatura aos parapeitos. Além das lindas obras publicadas para crianças pela Cosac Naif que já mostrei no DECORACASA, ele agregou livros da coleção doada gratuitamente pela Fundação Itaú Social. Sinal de que os livros são usados e incorporados em nossa rotina.
Ontem ele estava de conversa comigo sobre Monet, pois este é o tema que estão estudando neste semestre na escola. Como os livros de arte estão à mão, pude logo sacar um deles sobre impressionismo e mostrar as imagens encantadoras produzidas por estes mestres.

Ou seja, além da magia que eles trazem em suas páginas, estes livros estrategicamente colocados podem  – além de decorar – também trazer magia para momentos de nossas vidas.
Um beijo grande!

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>bela jogada

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Já pensou em deixar exposto, em alguma mesa da sua sala de estar, algum jogo?
Sim, porque muita gente gosta de disputar uma partida enquanto conversa. O jogo, usado de forma saudável, é um ótimo passatempo.

E os chamados “jogos adultos” vem sendo apresentados em propostas cada vez mais caprichadas, que dão prazer em deixar em exposição ;-)

Mais um argumento para deixar tudo ao alcance da mão é este: usamos mais as coisas que estão ao nosso redor. Se começamos a complicar vem um preguiça antes de usar, não é mesmo?
Então, se compramos coisas legais,  vamos usá-las! Bola para a frente ;-)
Esta sim é uma bela jogada.
Beijoca

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>luz difusa

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Ok, eu serei repetitiva.
Mas as fotos que tirei no sábado com todas as velas acesas ficaram tão bonitas que mereciam, definitivamente, uma postagem.
Por hoje nada de palavras.
Apenas imagens e luz difusa.
Beijocas

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É hoje, 26 de março, entre às 20:30 e 21:30.

Simbolicamente, apague as luzes durante uma hora para mostrar seu apoio contra o aquecimento global.
Aqui em casa aderimos.

E como hoje teremos visitas, pensei como deixar a casa charmosa e aconchegante quando apagarmos as luzes.

Adaptei a dica das velas nas garrafas da Cris para criar vários castiçais espalhados – e dar uma função nobre à muitas garrafas que pairavam aqui pela casa.

Na varanda, coloquei velinhas de rèchaud para a mesa dos aperitivos.

E para adornar a  mesa de jantar, fiz as cúpulas para taças.

Ou seja, se você quer apoiar a hora do planeta com um charme a mais, ainda dá tempo de fazê-lo com suas próprias mãos.
Beijo grande

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