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Archive for the ‘papai’ Category

Costurar é um dos meus grandes traumas.
Acho o máximo as amigas de linhas e agulhas que transformam os tecidos em peças de sonho.
Queria estar no grupo das novas entusiastas pela mini Janome que desfiam por aí seus feitos. Imagine a quantidade de coisas para a casa que eu iria fazer!!!!!
Confesso que amo de paixão o que a  Ana Sinhana e a Mara Porto fazem: elas arrasam com suas criações na internet. E o pior, não posso nem falar que a minha família não tem dom para a coisa. Minha prima Aline, com suas mãos de fada, faz várias bonecas, organiza feiras, faz e acontece com sua máquina de costura e overloque.
Já tentei.
Honestamente, sinto-me um fracasso diante da máquina quebrando agulhas e emaranhando linhas.
Não tenho paciência, coordenação motora nem visão de costura.
Vai ver que é uma maldição.
Sim, maldição por eu ter ajudado minha mãe a transformar o pé da máquina de costura da minha avó em mesa.
E agora, que eu transformei a tal da mesa em bar na casa do papi, é que eu não vou costurar mais.
Mesmo.
Beijoca

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Costurar é um dos meus grandes traumas.
Acho o máximo as amigas de linhas e agulhas que transformam os tecidos em peças de sonho.
Queria estar no grupo das novas entusiastas pela mini Janome que desfiam por aí seus feitos. Imagine a quantidade de coisas para a casa que eu iria fazer!!!!!
Confesso que amo de paixão o que a  Ana Sinhana e a Mara Porto fazem: elas arrasam com suas criações na internet. E o pior, não posso nem falar que a minha família não tem dom para a coisa. Minha prima Aline, com suas mãos de fada, faz várias bonecas, organiza feiras, faz e acontece com sua máquina de costura e overloque.
Já tentei.
Honestamente, sinto-me um fracasso diante da máquina quebrando agulhas e emaranhando linhas.
Não tenho paciência, coordenação motora nem visão de costura.
Vai ver que é uma maldição.
Sim, maldição por eu ter ajudado minha mãe a transformar o pé da máquina de costura da minha avó em mesa.
E agora, que eu transformei a tal da mesa em bar na casa do papi, é que eu não vou costurar mais.
Mesmo.
Beijoca

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Era uma parede triste, manchada em um espaço sem utilidade.

Mãozinhas e mentes em férias. O que vamos fazer?

Quadrados com fita crepe e vamos pintar com esmalte spray (aquelas de pichar muros ;-)

Não deu certo, a tinta não fica uniforme.

Ainda bem que temos um papai/professor pardal que sugere esmalte em lata e rolinho.
Não ficou lindo?
Agora temos um belo quarto de brinquedos.

Detalhe da produção: filha inclusa na pintura (com moderação por causa do cheiro da tinta, mas divertindo-se à beça) e inspiração vinda do Mister Maker

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Era uma parede triste, manchada em um espaço sem utilidade.

Mãozinhas e mentes em férias. O que vamos fazer?

Quadrados com fita crepe e vamos pintar com esmalte spray (aquelas de pichar muros ;-)

Não deu certo, a tinta não fica uniforme.

Ainda bem que temos um papai/professor pardal que sugere esmalte em lata e rolinho.
Não ficou lindo?
Agora temos um belo quarto de brinquedos.

Detalhe da produção: filha inclusa na pintura (com moderação por causa do cheiro da tinta, mas divertindo-se à beça) e inspiração vinda do Mister Maker

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Olá! Boa semana a todos!
Estou super de bem com a vida e queria dividir minha alegria aos quatro cantos.
Sabe por quê? Alegria com as ditas “coisas simples” da vida.
Vou explicando: não estava muito animada com este último feriadão do ano. Meu marido trabalhou na sexta e não iríamos para a casa do meu pai onde as crianças ficam livres, leves e soltas e os adultos divertem-se também. E feriado em São Paulo… ai, é de doer.
Mas tive que morder a minha língua – ainda bem – e me diverti muito fazendo coisas simples. Registrei algumas delas – como diz o maridão – “para colocar no tal do blog…”
Segue o registro de algumas das bagunças:

Quinta-feira: todos “moluscos” em casa.

Meu pai veio nos visitar e saímos para almoçar fora.

Sexta-feira: crianças em casa.

Eu e a pequena fizemos “atelier” em um papelão da embalagem das “poltronas do jô”. Divertidíssimo.

Caribamos nossos pés no papelão, até o pequeno entrou na dança, com a irmã pintando de guache o seu pezinho! E registrou sua marca no “papelão da fama!”

Sábado: não se lava roupa assim todo dia!

Descobri no fundo do armário umas capas para os sofás da sala que eu tinha comprado da minha cunhada muito tempo atrás… As ditas cujas eram bege – argh! vocês já sabem que eu não gosto nem um pouco de bege…é o branco para quem tem medo de deixar transparecer o sujo, mas no final é a verdadeira cor da sujeira. Aí, não tive dúvida. Muita cândida e lava que lava na máquina de lavar.

Seguem o antes:

O durante:

E o depois: capas de tom cru! O máximo! Vou levar a uma lavanderia profissional para passá-las e depois, voilà, vamos renovar os sofazitos gastando “somente” 6 litros de água sanitária ;-)


Sábado à noite: recebendo o papai.
Para completar o ciclo, meu pai dormiu na minha casinha de sábado para domingo. Qual foi a minha satisfação em poder cozinhar para ele? ENORME!

Não fiz nada de muito extravagante – afinal ainda estava controlando a máquina de lavar… – mas adorei recebê-lo. Usei uma toalha nova, minhas louças do coração… ai, ai, ai… aqueceu a minha alma!
No domingo eu me comportei porque passei o dia na casa da sogra… Aprontar todo dia já era demais para uma balzaca, não é mesmo?
Beijoca!

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Olá! Boa semana a todos!
Estou super de bem com a vida e queria dividir minha alegria aos quatro cantos.
Sabe por quê? Alegria com as ditas “coisas simples” da vida.
Vou explicando: não estava muito animada com este último feriadão do ano. Meu marido trabalhou na sexta e não iríamos para a casa do meu pai onde as crianças ficam livres, leves e soltas e os adultos divertem-se também. E feriado em São Paulo… ai, é de doer.
Mas tive que morder a minha língua – ainda bem – e me diverti muito fazendo coisas simples. Registrei algumas delas – como diz o maridão – “para colocar no tal do blog…”
Segue o registro de algumas das bagunças:

Quinta-feira: todos “moluscos” em casa.

Meu pai veio nos visitar e saímos para almoçar fora.

Sexta-feira: crianças em casa.

Eu e a pequena fizemos “atelier” em um papelão da embalagem das “poltronas do jô”. Divertidíssimo.

Caribamos nossos pés no papelão, até o pequeno entrou na dança, com a irmã pintando de guache o seu pezinho! E registrou sua marca no “papelão da fama!”

Sábado: não se lava roupa assim todo dia!

Descobri no fundo do armário umas capas para os sofás da sala que eu tinha comprado da minha cunhada muito tempo atrás… As ditas cujas eram bege – argh! vocês já sabem que eu não gosto nem um pouco de bege…é o branco para quem tem medo de deixar transparecer o sujo, mas no final é a verdadeira cor da sujeira. Aí, não tive dúvida. Muita cândida e lava que lava na máquina de lavar.

Seguem o antes:

O durante:

E o depois: capas de tom cru! O máximo! Vou levar a uma lavanderia profissional para passá-las e depois, voilà, vamos renovar os sofazitos gastando “somente” 6 litros de água sanitária ;-)


Sábado à noite: recebendo o papai.
Para completar o ciclo, meu pai dormiu na minha casinha de sábado para domingo. Qual foi a minha satisfação em poder cozinhar para ele? ENORME!

Não fiz nada de muito extravagante – afinal ainda estava controlando a máquina de lavar… – mas adorei recebê-lo. Usei uma toalha nova, minhas louças do coração… ai, ai, ai… aqueceu a minha alma!
No domingo eu me comportei porque passei o dia na casa da sogra… Aprontar todo dia já era demais para uma balzaca, não é mesmo?
Beijoca!

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Cozinha descolada

Comentário inicial: Achei que nesta semana curta de feriado minhas postagens iriam passar em branco. Ainda bem que eu errei! (Adoro “postar” coisitchas por aqui ;-)

Bem, a esta altura do campeonato, véspera de feriado, trabalhando em meu computador-amigo, olho para trás e vejo a cozinha de “faz-de-conta” da minha filha. Cada vez que olho para ela fico super emocionada, porque o significado das panelinhas penduradas é maior do que um simples ganchinho.

Agora, velha de guerra, sei que devo uma grande parte da mulher que sou hoje ao meu pai.
Ele sempre foi uma pessoa extremamente positiva, com um coração enorme, vivendo em um reino de possibilidades incessantes (mesmo que a realidade não mostrasse as mesmas perspectivas). Também posso dizer que ele é um “Professor Pardal” de mão cheia: inventando, produzindo, criando uma infinidade de coisas.
E eu, sua única filha, era a grande beneficiária das suas travessuras com serra e furadeira. Ganhei de tudo quando criança, de caminhas à guarda-roupa de madeira com cabides para minhas Susies à engenhocas para empinar pipas. Tudo transformava-se sempre.

Foi assim com as minhas panelinhas. Quando minha casinha de bonecas foi erguida sob o vão de uma escada no quintal -espaço bem exíguo, digamos honestamente – meu pai pendurou minhas panelinhas de plástico sob uma prateleira.
Passados 20 e tantos anos, ressurge meu pai e sua furadeira mágica para reconstruir o que foi a cozinha da minha casinha de “faz-de-conta”, agora na minha casinha de verdade.
As prateleiras são reaproveitadas das reformas dos quartos, os ganchos são simples, comprados em uma loja de materias de construção da vizinhança.

As panelinhas foram presentes do meu pai para minha filha.

E a minha emoção por estar rodeada por eles é enorme, sempre.

Bom feriado!

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