Feeds:
Posts
Comentários

Archive for the ‘cattleya’ Category

Nossa, como o ano passou rápido!

Já estamos no final de Junho, as aulas dos meus filhos já estão para terminar…(snif, snif, snif… este é o choro da mãe que apesar de amar as crias desesperadamente fica assim meio desesperada em organizar a agenda dos petits 24×7 na época de férias. Sim, escola socializa. E cansa as crianças que é uma maravilha! Elas brincam, correm, desenham… e nas férias trazem toda esta energia para dentro de casa) e eu estou atrasada com a vida e com o blog. Sem responder comentários… uma verdadeira bruxilda.
Ok. Tento começar a organizar por aqui – e quem sabe uma resposta ajuda outra pessoa também:
Albaniza Rubia pergunta no post “Árvore da Felicidade“: “Gostaria de saber se é certo deixar o “casal” da arvore da felicidade em um unico vaso ou se é melhor separá-los. Obrigada”
Albaniza, fica a seu critério. Se quiser deixá-lo junto, ok. Separados? Também ok. A árvore da felicidade tem um belo “casamento moderno”;-) Na verdade, apesar de “aparentadas”, as espécies são independentes, tendo seu crescimento individual. Vale a sua vontade e bom gosto. A única ressalva é: não dá para querer que elas cresçam muito colocando as duas juntas em um vaso pequeno. Aí é uma questão de espaço físico…
Ester pergunta no post “Detalhe” : “Oi Flávia… adoro seu blog, a forma como vc escreve acho super divertida!Gostaria de saber quantas vezes por semana vc molha suas orquideas?depois volto para saber a resposta.beijos”
Ester, depende.
Vamos lá: a rega das minhas orquídeas depende da época do ano, localização das mesmas e – honestamente – do tempo que eu tenho disponível.
Época do ano: quando está muito quente e seco, rego as orquídeas 2 vezes por dia (logo pela manhã e assim que o sol cai), já no inverno a rega cai consideravelmente para até 2 vezes na semana. Como saber? Coloque seu dedinho no pé da planta, em cima das raízes e sinta como anda a coisa. Se sentir que está úmido, tudo certo. Super seco? Água nela!
Localização das plantas: plantas em vaso tem uma retenção maior da água (as paredes dos vasos ajudam a segurar a água), enquanto que plantas em árvores ou placas não tem este artfício (em geral encontram-se com as raízes expostas).
Plantas em ambientes internos não sofrem tanto ressecamento causado pelo vento, mas podem sofrer um super ressecamento pelo ar condicionado (por exemplo).
Tempo disponível: para mim este é o mais crítico. Tem semana que cumpro religiosamente meus rituais de regas diários, ou pelo menos olho as plantas com mais frequencia. Outras a semana passa e…. plantas? Eu tenho plantas?
A vatangem é que as orquídeas em geral são bem independentes e resistentes, suportando bem estes lapsos de cuidados.
O que é legal é que nas Cattleyas você pode observar se ela está bem hidratada batendo o olho no bulbo do caule. Se ele está gordinho, a planta tem água. Se está mucho e ressecado…já dá para desconfiar que está com sede.
O mesmo se aplica para os pseudo-bulbos (caules) dos Dendrobiuns e as folhas das Phalaenopsis. Ou seja, olho vivo!
Lembrando que a rega da orquídea é feita por encharcamento mesmo. Jogamos a água nela e vemos vazar tudo pelos furos do vaso.
Nunca coloque pratinhos embaixo dos vasos. Eles apodrecem as raízes, tornando a planta mais vulnerável a ataques de fungos e outros parasitas e podendo mesmo levá-la à morte.Ok?
Obrigada pelas palavras carinhosas ;-)
fátima pergunta no post “mesma função, nova pegada”: “linda! e o que é isso que tem entre os pompons?”
Canudinho (acreditam?) e uma cristal grande (daqueles de bordar barrados de toalha).
Rose pergunta no post “mesma função, nova pegada” : “Aconchegante só de olhar.Mas em quarto de crianças nem pensar, não é?Como é feita esta cortina, Flávia?Parece fácil de fazê-la.”
Rose, não tenho a mais vaga idéia de como elas fizeram a cortina. Aliás, tenho uma idéia pelo que elas me falaram: os pompons foram enrolados em retângulos de papelão. Como saíram das mais variadas formas e tamanhos a irmã cabelereira foi incumbida de tosá-los de modo uniforme. (Isto que é sorte, hein?), mas quanto à amarração e etc eu posso pedir um PAP. Vamos ver se elas topam, tá?
Ana Paola me manda por email: “Flávia,(…) comprei uma casa nova e, aos poucos, bem aos poucos mesmo, eu e meu marido estamos colocando as coisas do jeito que sempre sonhamos. Uma delas é nosso jardim de frente/dentro da casa. Comprei algumas espécies para eu mesma fazer o paisagismo. Gosto de observar, pesquisar a respeito e me arriscar – já que o capital anda um tanto restrito, uso minha criatividade mesmo. Comprei um exemplar de pata de elefante, ela ainda é jovem, mas já está bem bonitinha. Gostaria de colocá-la nesse jardim, mas, tenho receio de colocá-la diretamente no solo e perder sua visibilidade, já que ainda não está grande, a batata ainda é um pouco pequena (apesar da folhagem estar bem bonita). Estou com a idéia de plantá-la em um prato de cerâmica ou vaso, não muito alto e colocá-la no meio do jardim. Já plantei 03 bromélias (lindinhas) próximas à luminária baixa que fica de um lado do jardim, com pedriscos e, próximo a outra luminária, do outro lado do jardim, duas dracenas tricolor, com forração de clorifitos, pedriscos e argila expandida. Será que deu pra você visualizar mentalmente? Espero que possa me dar uma bela dica. Fica aqui, desde já, meu muito obrigada.Um beijo. Ana Paola
Que eu já respondi por email (pelo menos algo em dia!), mas pedi autorização dela para publicar aqui.
Ana Paola, sobre seu jardim: acho que você está fazendo direitinho. Vá com calma e observe cada espaço com cuidado, notando a insolação, vento e irrigação de cada local. Assim que tiver um diagnóstico “geral” comece a acomodar as plantas que você gosta e que tem a ver com o espaço analisado. Um detalhe importante é você também atentar para a manutenção necessária para cada espécie – e que a exigência de manutenção seja compatível com a sua disponibilidade, tá?Quanto à pata eu te conto algo que aconteceu comigo: em geral compro as patas pequenas (por serem mais em conta). Uma vez coloquei uma na terra, em um lugar bem ensolarado (elas adoram!), mas quando o jardineiro descuidado foi cortar a grama cortou as folhas da pata, que arrastavam no chão. por isto, acho que a melhor pedida ainda é o vaso. Pelo menos enquanto o tronco não estiver suficientemente alto para não deixar as folhas arrastando.
E para arrematar (UFA!), dicas de como se livrar dos agrotóxicos pela minha nutricionista. (Sim a mesma da dica das bananas;-) Beijoca.
“MORANGO:
Ele é um dos maiores reservatórios de agrotóxicos. Para amenizar esse problema, procure deixar a fruta de molho em uma solução de água e bicarbonato de sódio por meia hora. Essa mistura bota para correr uma parcela das substâncias perigosas. A receita é simples: coloque uma colher de sopa do bicarbonato em um litro de água. Depois do banho na solução, lave os morangos em água corrente.

BATATA:
Tirar a casca dela é o jeito mais seguro de reduzir a quantidade de agrotóxicos. Se preferir, pode-se recorrer ao mergulho de até meia hora na solução de água e bicarbonato de sódio (a receita é uma colher de sopa para cada litro de água) ou utilizar uma escovinha para limpar a casca.

TOMATE:O recado é consumi-lo assim que ele amadurece. Quanto mais passa o tempo, maior a chance de os venenos se dissiparem. Para dar adeus ao agrotóxico, você também pode descascá-lo.

MAMÃO:
Como a gente costuma só aproveitar a polpa, cai o risco de se contaminar com as substâncias nocivas. Por segurança, procure apenas lavar o mamão antes de abri-lo. Assim você zera a possibilidade de que a faca rele no agrotóxico da superfície e o leve junto para a polpa.


VERDURAS:
Não tem jeito: para aproveitar rúcula, alface, escarola e companhia sem medo, mergulhe-os numa solução de água e bicarbonato de sódio por meia hora (utilize uma colher de sopa do bicarbonato para um litro de água). Depois do banho, lembre-se de lavá-los bem em água corrente.

LARANJA:
A casca da fruta consegue protegê-la dos agrotóxicos. Então, basta lavar e livrar-se dela e consumir apenas a polpa para tirar proveito das vitaminas.

MAÇÃ:
Os especialistas não aconselham descascá-la, porque é na casca que estão muitas das fibras que tornam a fruta tão saudável. Por isso, procure deixar a maçã de molho na solução de água mais bicarbonato de sódio (utilize uma colher de sopa de bicarbonato para cada litro de água).

CENOURA:
Ela é um dos vegetais que apresentam menos resíduos de agrotóxicos (embora o produto seja usado em seu cultivo). Para garantir sua segurança, utilize uma escova e água corrente na hora de fazer a limpeza da casca.

BANANA:
Pode ficar tranquilo: ninguém degusta a casca da banana e é lá que se depositam os agrotóxicos. Ao jogá-la no lixo, você também manda embora o veneno.”

Anúncios

Read Full Post »

Nossa, como o ano passou rápido!

Já estamos no final de Junho, as aulas dos meus filhos já estão para terminar…(snif, snif, snif… este é o choro da mãe que apesar de amar as crias desesperadamente fica assim meio desesperada em organizar a agenda dos petits 24×7 na época de férias. Sim, escola socializa. E cansa as crianças que é uma maravilha! Elas brincam, correm, desenham… e nas férias trazem toda esta energia para dentro de casa) e eu estou atrasada com a vida e com o blog. Sem responder comentários… uma verdadeira bruxilda.
Ok. Tento começar a organizar por aqui – e quem sabe uma resposta ajuda outra pessoa também:
Albaniza Rubia pergunta no post “Árvore da Felicidade“: “Gostaria de saber se é certo deixar o “casal” da arvore da felicidade em um unico vaso ou se é melhor separá-los. Obrigada”
Albaniza, fica a seu critério. Se quiser deixá-lo junto, ok. Separados? Também ok. A árvore da felicidade tem um belo “casamento moderno”;-) Na verdade, apesar de “aparentadas”, as espécies são independentes, tendo seu crescimento individual. Vale a sua vontade e bom gosto. A única ressalva é: não dá para querer que elas cresçam muito colocando as duas juntas em um vaso pequeno. Aí é uma questão de espaço físico…
Ester pergunta no post “Detalhe” : “Oi Flávia… adoro seu blog, a forma como vc escreve acho super divertida!Gostaria de saber quantas vezes por semana vc molha suas orquideas?depois volto para saber a resposta.beijos”
Ester, depende.
Vamos lá: a rega das minhas orquídeas depende da época do ano, localização das mesmas e – honestamente – do tempo que eu tenho disponível.
Época do ano: quando está muito quente e seco, rego as orquídeas 2 vezes por dia (logo pela manhã e assim que o sol cai), já no inverno a rega cai consideravelmente para até 2 vezes na semana. Como saber? Coloque seu dedinho no pé da planta, em cima das raízes e sinta como anda a coisa. Se sentir que está úmido, tudo certo. Super seco? Água nela!
Localização das plantas: plantas em vaso tem uma retenção maior da água (as paredes dos vasos ajudam a segurar a água), enquanto que plantas em árvores ou placas não tem este artfício (em geral encontram-se com as raízes expostas).
Plantas em ambientes internos não sofrem tanto ressecamento causado pelo vento, mas podem sofrer um super ressecamento pelo ar condicionado (por exemplo).
Tempo disponível: para mim este é o mais crítico. Tem semana que cumpro religiosamente meus rituais de regas diários, ou pelo menos olho as plantas com mais frequencia. Outras a semana passa e…. plantas? Eu tenho plantas?
A vatangem é que as orquídeas em geral são bem independentes e resistentes, suportando bem estes lapsos de cuidados.
O que é legal é que nas Cattleyas você pode observar se ela está bem hidratada batendo o olho no bulbo do caule. Se ele está gordinho, a planta tem água. Se está mucho e ressecado…já dá para desconfiar que está com sede.
O mesmo se aplica para os pseudo-bulbos (caules) dos Dendrobiuns e as folhas das Phalaenopsis. Ou seja, olho vivo!
Lembrando que a rega da orquídea é feita por encharcamento mesmo. Jogamos a água nela e vemos vazar tudo pelos furos do vaso.
Nunca coloque pratinhos embaixo dos vasos. Eles apodrecem as raízes, tornando a planta mais vulnerável a ataques de fungos e outros parasitas e podendo mesmo levá-la à morte.Ok?
Obrigada pelas palavras carinhosas ;-)
fátima pergunta no post “mesma função, nova pegada”: “linda! e o que é isso que tem entre os pompons?”
Canudinho (acreditam?) e uma cristal grande (daqueles de bordar barrados de toalha).
Rose pergunta no post “mesma função, nova pegada” : “Aconchegante só de olhar.Mas em quarto de crianças nem pensar, não é?Como é feita esta cortina, Flávia?Parece fácil de fazê-la.”
Rose, não tenho a mais vaga idéia de como elas fizeram a cortina. Aliás, tenho uma idéia pelo que elas me falaram: os pompons foram enrolados em retângulos de papelão. Como saíram das mais variadas formas e tamanhos a irmã cabelereira foi incumbida de tosá-los de modo uniforme. (Isto que é sorte, hein?), mas quanto à amarração e etc eu posso pedir um PAP. Vamos ver se elas topam, tá?
Ana Paola me manda por email: “Flávia,(…) comprei uma casa nova e, aos poucos, bem aos poucos mesmo, eu e meu marido estamos colocando as coisas do jeito que sempre sonhamos. Uma delas é nosso jardim de frente/dentro da casa. Comprei algumas espécies para eu mesma fazer o paisagismo. Gosto de observar, pesquisar a respeito e me arriscar – já que o capital anda um tanto restrito, uso minha criatividade mesmo. Comprei um exemplar de pata de elefante, ela ainda é jovem, mas já está bem bonitinha. Gostaria de colocá-la nesse jardim, mas, tenho receio de colocá-la diretamente no solo e perder sua visibilidade, já que ainda não está grande, a batata ainda é um pouco pequena (apesar da folhagem estar bem bonita). Estou com a idéia de plantá-la em um prato de cerâmica ou vaso, não muito alto e colocá-la no meio do jardim. Já plantei 03 bromélias (lindinhas) próximas à luminária baixa que fica de um lado do jardim, com pedriscos e, próximo a outra luminária, do outro lado do jardim, duas dracenas tricolor, com forração de clorifitos, pedriscos e argila expandida. Será que deu pra você visualizar mentalmente? Espero que possa me dar uma bela dica. Fica aqui, desde já, meu muito obrigada.Um beijo. Ana Paola
Que eu já respondi por email (pelo menos algo em dia!), mas pedi autorização dela para publicar aqui.
Ana Paola, sobre seu jardim: acho que você está fazendo direitinho. Vá com calma e observe cada espaço com cuidado, notando a insolação, vento e irrigação de cada local. Assim que tiver um diagnóstico “geral” comece a acomodar as plantas que você gosta e que tem a ver com o espaço analisado. Um detalhe importante é você também atentar para a manutenção necessária para cada espécie – e que a exigência de manutenção seja compatível com a sua disponibilidade, tá?Quanto à pata eu te conto algo que aconteceu comigo: em geral compro as patas pequenas (por serem mais em conta). Uma vez coloquei uma na terra, em um lugar bem ensolarado (elas adoram!), mas quando o jardineiro descuidado foi cortar a grama cortou as folhas da pata, que arrastavam no chão. por isto, acho que a melhor pedida ainda é o vaso. Pelo menos enquanto o tronco não estiver suficientemente alto para não deixar as folhas arrastando.
E para arrematar (UFA!), dicas de como se livrar dos agrotóxicos pela minha nutricionista. (Sim a mesma da dica das bananas;-) Beijoca.
“MORANGO:
Ele é um dos maiores reservatórios de agrotóxicos. Para amenizar esse problema, procure deixar a fruta de molho em uma solução de água e bicarbonato de sódio por meia hora. Essa mistura bota para correr uma parcela das substâncias perigosas. A receita é simples: coloque uma colher de sopa do bicarbonato em um litro de água. Depois do banho na solução, lave os morangos em água corrente.

BATATA:
Tirar a casca dela é o jeito mais seguro de reduzir a quantidade de agrotóxicos. Se preferir, pode-se recorrer ao mergulho de até meia hora na solução de água e bicarbonato de sódio (a receita é uma colher de sopa para cada litro de água) ou utilizar uma escovinha para limpar a casca.

TOMATE:O recado é consumi-lo assim que ele amadurece. Quanto mais passa o tempo, maior a chance de os venenos se dissiparem. Para dar adeus ao agrotóxico, você também pode descascá-lo.

MAMÃO:
Como a gente costuma só aproveitar a polpa, cai o risco de se contaminar com as substâncias nocivas. Por segurança, procure apenas lavar o mamão antes de abri-lo. Assim você zera a possibilidade de que a faca rele no agrotóxico da superfície e o leve junto para a polpa.


VERDURAS:
Não tem jeito: para aproveitar rúcula, alface, escarola e companhia sem medo, mergulhe-os numa solução de água e bicarbonato de sódio por meia hora (utilize uma colher de sopa do bicarbonato para um litro de água). Depois do banho, lembre-se de lavá-los bem em água corrente.

LARANJA:
A casca da fruta consegue protegê-la dos agrotóxicos. Então, basta lavar e livrar-se dela e consumir apenas a polpa para tirar proveito das vitaminas.

MAÇÃ:
Os especialistas não aconselham descascá-la, porque é na casca que estão muitas das fibras que tornam a fruta tão saudável. Por isso, procure deixar a maçã de molho na solução de água mais bicarbonato de sódio (utilize uma colher de sopa de bicarbonato para cada litro de água).

CENOURA:
Ela é um dos vegetais que apresentam menos resíduos de agrotóxicos (embora o produto seja usado em seu cultivo). Para garantir sua segurança, utilize uma escova e água corrente na hora de fazer a limpeza da casca.

BANANA:
Pode ficar tranquilo: ninguém degusta a casca da banana e é lá que se depositam os agrotóxicos. Ao jogá-la no lixo, você também manda embora o veneno.”

Read Full Post »

Ainda das férias, visita ao orquidário (está virando programa obrigatório).
Desta vez pedi a permissão e fotografei.

Por isto, desejo um final de semana muito florido a todos.
Beijoca e até segunda!
Geral do Orquidário Santa Bárbara, com as mudas e os pedidos

Cattleya Leopoldii (prima da minha baiana) e outra que não marquei o nome

Mais Cattleyas

Vandas e Ascocendas – são demais, não?
Como já disse, elas são caras.
Mas espetaculares e de manutenção relativamente simples.
A minha floresceu novamente em menos de seis meses de distância entre uma florada e outra. Vejam as fotos da nova florada abaixo e confiram a florada anterior aqui.
Agora as compras da namorada do meu pai. Ela não resistiu. E quem resiste?

Read Full Post »

Ainda das férias, visita ao orquidário (está virando programa obrigatório).
Desta vez pedi a permissão e fotografei.

Por isto, desejo um final de semana muito florido a todos.
Beijoca e até segunda!
Geral do Orquidário Santa Bárbara, com as mudas e os pedidos

Cattleya Leopoldii (prima da minha baiana) e outra que não marquei o nome

Mais Cattleyas

Vandas e Ascocendas – são demais, não?
Como já disse, elas são caras.
Mas espetaculares e de manutenção relativamente simples.
A minha floresceu novamente em menos de seis meses de distância entre uma florada e outra. Vejam as fotos da nova florada abaixo e confiram a florada anterior aqui.
Agora as compras da namorada do meu pai. Ela não resistiu. E quem resiste?

Read Full Post »

nota introdutória: este post baiano é para pagar a promessa que fiz à Margaret, homenageando esta blogueira criativíssima e também Dorival Caymmi.

Bom dia florido! Hoje coloco fotos de uma espécie de orquídea lindíssima, tipicamente nacional, a Cattleya Amethystoglossa.
Até pouco tempo atrás eu não a conhecia mas após a visita ao orquidário – sim aquela fatídica, imaginem o quanto eu não pirei lá… – conheci, encantei-me e cá está a muda no meio da minha sala.
Comprei com os botões fechados, esperando ansiosamente a abertura para poder admirar as flores por mais tempo – ou seja, segue aí uma dica, amiga, podendo compre as flores com os botões para abrir. Com o mínimo de cuidados – regas, ventilação – elas abrem em sua casa e terão uma durabilidade maior, pois quando as flores já estão abertas nunca sabemos se estão “frescas” ou não, não é mesmo?
Voltando à Cattleya Amethystoglossa, uma das características que mais me encantou foi a sua origem, tipicamente nacional. O primeiro exemplar classificado foi coletado pela primeira vez na Bahia em 1856. Ou seja é uma planta que gosta de calor e luminosidade e meses chuvosos de verão. Ou seja, se você não foi à Bahia, nêga, não sabe o que está perdendo…

Você já foi à Bahia?
Dorival Caymmi
(extrato)

Você já foi à Bahia, nêga?
Não? Então vá!
Quem vai ao Bonfim, minha nêga
Nunca mais quer voltar

Muita sorte teve
Muita sorte tem
Muita sorte terá
Você já foi à Bahia, nêga?
Não? Então vá!
(…)

Tudo isso na Bahia

Faz a gente querer bem
A Bahia tem um jeito
Que nenhuma terra tem

Para saber mais, consulte:

Read Full Post »

você já foi à bahia?

nota introdutória: este post baiano é para pagar a promessa que fiz à Margaret, homenageando esta blogueira criativíssima e também Dorival Caymmi.

Bom dia florido! Hoje coloco fotos de uma espécie de orquídea lindíssima, tipicamente nacional, a Cattleya Amethystoglossa.
Até pouco tempo atrás eu não a conhecia mas após a visita ao orquidário – sim aquela fatídica, imaginem o quanto eu não pirei lá… – conheci, encantei-me e cá está a muda no meio da minha sala.
Comprei com os botões fechados, esperando ansiosamente a abertura para poder admirar as flores por mais tempo – ou seja, segue aí uma dica, amiga, podendo compre as flores com os botões para abrir. Com o mínimo de cuidados – regas, ventilação – elas abrem em sua casa e terão uma durabilidade maior, pois quando as flores já estão abertas nunca sabemos se estão “frescas” ou não, não é mesmo?
Voltando à Cattleya Amethystoglossa, uma das características que mais me encantou foi a sua origem, tipicamente nacional. O primeiro exemplar classificado foi coletado pela primeira vez na Bahia em 1856. Ou seja é uma planta que gosta de calor e luminosidade e meses chuvosos de verão. Ou seja, se você não foi à Bahia, nêga, não sabe o que está perdendo…

Você já foi à Bahia?
Dorival Caymmi
(extrato)

Você já foi à Bahia, nêga?
Não? Então vá!
Quem vai ao Bonfim, minha nêga
Nunca mais quer voltar

Muita sorte teve
Muita sorte tem
Muita sorte terá
Você já foi à Bahia, nêga?
Não? Então vá!
(…)

Tudo isso na Bahia

Faz a gente querer bem
A Bahia tem um jeito
Que nenhuma terra tem

Para saber mais, consulte:

Read Full Post »

Nas férias aprontei mil e umas… uma delas foi liberar meu lado “paisagista” e promover um reforminha em um canto do jardim da casa do meu pai.

O que aconteceu? Era um canto com vegetação alta, que escondia as janelas da sala de estar. As tais plantas tinham razão de ser há um tempão atrás, quando a casa foi construída e o portão era aberto. Com o passar dos anos, o muro cresceu e o portão foi fechado para a rua, como vemos acontecer em muitos lugares por aí… Devido à isto, o canto foi ficando abandonado e “chato”, pois ninguém o usava e, ainda por cima, ele escurecia o living.
Eis que…cheguei mudando tudo. Arranjei um jardineiro gracinha, que transplantou várias plantas para outros lugares do jardim – morro de dó de jogar plantas fora, afinal elas são seres vivos como nós! – e reformamos o pedaço, tendo em mente liberar as janelas para a iluminação e transformar o espaço em algo de convívio.
Bem, as fotos a seguir mostram o depois. Para quem já frequenta a Casa há algum tempo, com certeza encontrará muito de mim na execução: chifre de veado, orquídeas, bromélias… Mas em especial queria dar atenção aos suportes de vasos pendurados nas árvores, que mostro ao lado. Estes, eu considerei um verdadeiro achado. Estão apoiados sobre os galhos das árvores sem machucá-las e promovem um colorido em vários níveis, dando bossa e movimento às flores. Eu amei! E vocês?

Detalhe dos suportes apoiados na árvore

Geral do Jardim

Bromélias amarradas ao tronco da espirradeira (Nerium oleander L.)

Bromélias Imperiais (Alcantarea imperialis)

Chifre de Veado (Platycerium) amarrado ao caule das primaveras (Bouganvillea glabra)

E agora… minhas queridas orquídeas…

Orquídeas Vanda

Phalaenopsis alba amarrada à espirradeira

Oncidium também amarrado à espirradeira e detalhes das Cattleyas (são os vasos pendurados nos suportes ;-)

Gostaram das orquídeas? Amanhã eu conto o “segredo do sucesso”….

Beijoca!

Read Full Post »

Older Posts »