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Archive for maio \31\UTC 2008


Olha que belezinha!
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Olha que belezinha!

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Conforme o tempo vai passando vejo que muitas coisas das quais eu não gostava anteriormente – principalmente nos anos rebeldes da adolescência… – vão se tornando cada vez mais estimadas e desejadas.
Brinco que conforme o tempo vai passando eu me descubro cada vez mais parecida com a minha mãe! (Espero que lá do céu ela tenha um acesso banda larga para poder visualizar melhor todas estas fotografias que coloco aqui ;-)
E aí, na minha casa, vou acumulando e buscando os tais objetos afetivos. Com estes castiçais de vidro colorido foi assim.
Sempre achei vido colorido o “uó do borogodó”, não importando se era de Murano ou da esquina.
Repaginando o hall de entrada do apê, usando um aparador de madeira de demolição que garimpei com a sogritcha, não é que eu me deparo com estes castiçais laranjas e azuis?
Nunca achei que iria comprar algo assim. Mas cá estão eles, todos faceiros recepcionando minhas visitas. Viraram um xodó, até a pequena gosta de arrumá-los a seu modo no aparador.
Viu como as coisas afetivas se espalham e nos unem?
Será que a minha pequena também comprará vidro colorido depois de achar tudo isso um “uó”?
PS:Ah! Só para completar, ainda por cima os castiçais saíram baratinho, lá no Pronto Socorro do Vidro.

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Vidro Colorido

Conforme o tempo vai passando vejo que muitas coisas das quais eu não gostava anteriormente – principalmente nos anos rebeldes da adolescência… – vão se tornando cada vez mais estimadas e desejadas.
Brinco que conforme o tempo vai passando eu me descubro cada vez mais parecida com a minha mãe! (Espero que lá do céu ela tenha um acesso banda larga para poder visualizar melhor todas estas fotografias que coloco aqui ;-)
E aí, na minha casa, vou acumulando e buscando os tais objetos afetivos. Com estes castiçais de vidro colorido foi assim.
Sempre achei vido colorido o “uó do borogodó”, não importando se era de Murano ou da esquina.
Repaginando o hall de entrada do apê, usando um aparador de madeira de demolição que garimpei com a sogritcha, não é que eu me deparo com estes castiçais laranjas e azuis?
Nunca achei que iria comprar algo assim. Mas cá estão eles, todos faceiros recepcionando minhas visitas. Viraram um xodó, até a pequena gosta de arrumá-los a seu modo no aparador.
Viu como as coisas afetivas se espalham e nos unem?
Será que a minha pequena também comprará vidro colorido depois de achar tudo isso um “uó”?
PS:Ah! Só para completar, ainda por cima os castiçais saíram baratinho, lá no Pronto Socorro do Vidro.

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Pela rua

Confesso que escrever este blog anda me viciando… Por enquanto ainda estou achando um vício bom. E para alimentar meu vício e o nosso olhar, saí com a câmera fotográfica em punho para registar as fotos a seguir.
São de uma árvore numa rua próxima à minha casa onde uma orquídea Cattleya está confortavelmente apoiada – pode-se notar pelas 11(!!!!!) flores maravilhosas que estão alegrando o entorno.
Não é demais? Quem nos dera que todas as árvores da cidade tivessem orquídeas apoiadas.
Há algum tempo saiu uma notinha na Veja SP sobre uma síndica que recolhe orquídeas jogadas no lixo após a sua floração – ela colocou as tais orquídeas em árvores na Avenida 9 de Julho, aqui em Sampa. Não é o máximo?
Bom dia! Deliciem-se com estas flores, eu as “colhi” para todas nós! Beijoca


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Pela rua

Confesso que escrever este blog anda me viciando… Por enquanto ainda estou achando um vício bom. E para alimentar meu vício e o nosso olhar, saí com a câmera fotográfica em punho para registar as fotos a seguir.
São de uma árvore numa rua próxima à minha casa onde uma orquídea Cattleya está confortavelmente apoiada – pode-se notar pelas 11(!!!!!) flores maravilhosas que estão alegrando o entorno.
Não é demais? Quem nos dera que todas as árvores da cidade tivessem orquídeas apoiadas.
Há algum tempo saiu uma notinha na Veja SP sobre uma síndica que recolhe orquídeas jogadas no lixo após a sua floração – ela colocou as tais orquídeas em árvores na Avenida 9 de Julho, aqui em Sampa. Não é o máximo?
Bom dia! Deliciem-se com estas flores, eu as “colhi” para todas nós! Beijoca


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Vrum, vrum, vrum…

Com licença, mas este é um quarto de menino!

Publiquei vários posts sobre o quarto provençal da pequena – obrigada pelo apoio e elogio em vários comentários! – mas estava me sentindo injusta com o pequeno.
Também reformei o quarto dele, esperando pela sua chegada – por isto, seguem as fotos. O mote foi “carrinhos”, uma das paixões do marido.
Tudo aconteceu com isto em mente e as cores foram basicamente definidas depois da escolha do papel de parede e o border – como pode-se ver, super xadrez azul!
Depois da aplicação, muda-se a cor de tudo. A Celina, do Studio Z, que é minha peça chave para pinturas, usou a tinta cor “Milano” da Renner para repaginar as portas dos armários, a bancada, a prateleira e o berço. Tirando o berço (que é de MDF e estava com uma pintura provençal para combinar com a decoração da pequena), tudo era de cerejeira e tinha sido pintado numa pátina horrorosa cinza, que até hoje não sabemos como foi feita. Muito pó depois, a Celina conseguiu imprimir a cor escolhida aos móveis. Foi uma grata surpresa, pois ficou leve e alegre sem ficar “cheguei”.
Troquei todos os puxadores por modelos foscos grandes, mais modernos (comprados na Paes Leme) e voilà !

O kit de berço foi produzido em patchwork sob minha orientação pelo Ateliê Gentil Decorações, que eu também super recomendo. Comprei lá também a persiana romana blackout.

E para quebrar o tráfego intenso, alguns bichos de pelúcia flutuando nas paredes!

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