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Archive for abril \30\UTC 2008

Cozinha descolada

Comentário inicial: Achei que nesta semana curta de feriado minhas postagens iriam passar em branco. Ainda bem que eu errei! (Adoro “postar” coisitchas por aqui ;-)

Bem, a esta altura do campeonato, véspera de feriado, trabalhando em meu computador-amigo, olho para trás e vejo a cozinha de “faz-de-conta” da minha filha. Cada vez que olho para ela fico super emocionada, porque o significado das panelinhas penduradas é maior do que um simples ganchinho.

Agora, velha de guerra, sei que devo uma grande parte da mulher que sou hoje ao meu pai.
Ele sempre foi uma pessoa extremamente positiva, com um coração enorme, vivendo em um reino de possibilidades incessantes (mesmo que a realidade não mostrasse as mesmas perspectivas). Também posso dizer que ele é um “Professor Pardal” de mão cheia: inventando, produzindo, criando uma infinidade de coisas.
E eu, sua única filha, era a grande beneficiária das suas travessuras com serra e furadeira. Ganhei de tudo quando criança, de caminhas à guarda-roupa de madeira com cabides para minhas Susies à engenhocas para empinar pipas. Tudo transformava-se sempre.

Foi assim com as minhas panelinhas. Quando minha casinha de bonecas foi erguida sob o vão de uma escada no quintal -espaço bem exíguo, digamos honestamente – meu pai pendurou minhas panelinhas de plástico sob uma prateleira.
Passados 20 e tantos anos, ressurge meu pai e sua furadeira mágica para reconstruir o que foi a cozinha da minha casinha de “faz-de-conta”, agora na minha casinha de verdade.
As prateleiras são reaproveitadas das reformas dos quartos, os ganchos são simples, comprados em uma loja de materias de construção da vizinhança.

As panelinhas foram presentes do meu pai para minha filha.

E a minha emoção por estar rodeada por eles é enorme, sempre.

Bom feriado!
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Cozinha descolada

Comentário inicial: Achei que nesta semana curta de feriado minhas postagens iriam passar em branco. Ainda bem que eu errei! (Adoro “postar” coisitchas por aqui ;-)

Bem, a esta altura do campeonato, véspera de feriado, trabalhando em meu computador-amigo, olho para trás e vejo a cozinha de “faz-de-conta” da minha filha. Cada vez que olho para ela fico super emocionada, porque o significado das panelinhas penduradas é maior do que um simples ganchinho.

Agora, velha de guerra, sei que devo uma grande parte da mulher que sou hoje ao meu pai.
Ele sempre foi uma pessoa extremamente positiva, com um coração enorme, vivendo em um reino de possibilidades incessantes (mesmo que a realidade não mostrasse as mesmas perspectivas). Também posso dizer que ele é um “Professor Pardal” de mão cheia: inventando, produzindo, criando uma infinidade de coisas.
E eu, sua única filha, era a grande beneficiária das suas travessuras com serra e furadeira. Ganhei de tudo quando criança, de caminhas à guarda-roupa de madeira com cabides para minhas Susies à engenhocas para empinar pipas. Tudo transformava-se sempre.

Foi assim com as minhas panelinhas. Quando minha casinha de bonecas foi erguida sob o vão de uma escada no quintal -espaço bem exíguo, digamos honestamente – meu pai pendurou minhas panelinhas de plástico sob uma prateleira.
Passados 20 e tantos anos, ressurge meu pai e sua furadeira mágica para reconstruir o que foi a cozinha da minha casinha de “faz-de-conta”, agora na minha casinha de verdade.
As prateleiras são reaproveitadas das reformas dos quartos, os ganchos são simples, comprados em uma loja de materias de construção da vizinhança.

As panelinhas foram presentes do meu pai para minha filha.

E a minha emoção por estar rodeada por eles é enorme, sempre.

Bom feriado!

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A princípio, bastaria ter saúde, dinheiro e amor, o que já é um pacote louvável, mas nossos desejos são ainda mais complexos.
Não basta que a gente esteja sem febre: queremos, além de saúde, sermagérrimos, sarados, irresistíveis.
Dinheiro? Não basta termos para pagar o aluguel, a comida e o cinema: queremos a piscina olímpica e uma temporada num spa cinco estrelas.
E quanto ao amor? Ah, o amor…não basta termos alguém com quem podemos conversar, dividir uma pizza e fazer sexo de vez em quando.
Isso é pensar pequeno: queremos AMOR, todinho maiúsculo.
Queremos estar visceralmente apaixonados, queremos ser surpreendidos por declarações e presentes inesperados, queremos jantar à luz de velas de segunda a domingo, queremos sexo selvagem e diário, queremos ser felizes assim e não de outro jeito.

É o que dá ver tanta televisão.
Simplesmente esquecemos de tentar ser felizes de uma forma mais realista.
Ter um parceiro constante pode, ou não, ser sinônimo de felicidade.
Você pode ser feliz solteiro, feliz com uns romances ocasionais, feliz com um parceiro, feliz sem nenhum.
Não existe amor minúsculo, principalmente quando se trata de amor-próprio.
Dinheiro é uma benção.
Quem tem, precisa aproveitá-lo, gastá-lo, usufruí-lo.
Não perder tempo juntando, juntando, juntando.
Apenas o suficiente para se sentir seguro, mas não aprisionado.
E se a gente tem pouco, é com este pouco que vai tentar segurar a onda, buscando coisas que saiam de graça, como um pouco de humor, um pouco de fé e um pouco de criatividade.

Ser feliz de uma forma realista é fazer o possível e aceitar o improvável.
Fazer exercícios sem almejar passarelas, trabalhar sem almejar o estrelato, amar sem almejar o eterno.
Olhe para o relógio: hora de acordar.
É importante pensar-se ao extremo, buscar lá dentro o que nos mobiliza, instiga e conduz mas sem exigir-se desumanamente.
A vida não é um jogo onde só quem testa seus limites é que leva o prêmio.
Não sejamos vítimas ingênuas desta tal competitividade.
Se a meta está alta demais, reduza-a.
Se você não está de acordo com as regras, demita-se.
Invente seu próprio jogo.
Faça o que for necessário para ser feliz.

Mas não se esqueça que a felicidade é um sentimento simples, você pode encontrá-la e deixá-la ir embora por não perceber sua simplicidade.
Ela transmite paz e não sentimentos fortes, que nos atormentam e provocam inquietude no nosso coração.
Isso pode ser alegria, paixão, entusiasmo, mas não felicidade.

(Mário Quintana)

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BOM FINAL DE SEMANA

A princípio, bastaria ter saúde, dinheiro e amor, o que já é um pacote louvável, mas nossos desejos são ainda mais complexos.
Não basta que a gente esteja sem febre: queremos, além de saúde, sermagérrimos, sarados, irresistíveis.
Dinheiro? Não basta termos para pagar o aluguel, a comida e o cinema: queremos a piscina olímpica e uma temporada num spa cinco estrelas.
E quanto ao amor? Ah, o amor…não basta termos alguém com quem podemos conversar, dividir uma pizza e fazer sexo de vez em quando.
Isso é pensar pequeno: queremos AMOR, todinho maiúsculo.
Queremos estar visceralmente apaixonados, queremos ser surpreendidos por declarações e presentes inesperados, queremos jantar à luz de velas de segunda a domingo, queremos sexo selvagem e diário, queremos ser felizes assim e não de outro jeito.

É o que dá ver tanta televisão.
Simplesmente esquecemos de tentar ser felizes de uma forma mais realista.
Ter um parceiro constante pode, ou não, ser sinônimo de felicidade.
Você pode ser feliz solteiro, feliz com uns romances ocasionais, feliz com um parceiro, feliz sem nenhum.
Não existe amor minúsculo, principalmente quando se trata de amor-próprio.
Dinheiro é uma benção.
Quem tem, precisa aproveitá-lo, gastá-lo, usufruí-lo.
Não perder tempo juntando, juntando, juntando.
Apenas o suficiente para se sentir seguro, mas não aprisionado.
E se a gente tem pouco, é com este pouco que vai tentar segurar a onda, buscando coisas que saiam de graça, como um pouco de humor, um pouco de fé e um pouco de criatividade.

Ser feliz de uma forma realista é fazer o possível e aceitar o improvável.
Fazer exercícios sem almejar passarelas, trabalhar sem almejar o estrelato, amar sem almejar o eterno.
Olhe para o relógio: hora de acordar.
É importante pensar-se ao extremo, buscar lá dentro o que nos mobiliza, instiga e conduz mas sem exigir-se desumanamente.
A vida não é um jogo onde só quem testa seus limites é que leva o prêmio.
Não sejamos vítimas ingênuas desta tal competitividade.
Se a meta está alta demais, reduza-a.
Se você não está de acordo com as regras, demita-se.
Invente seu próprio jogo.
Faça o que for necessário para ser feliz.

Mas não se esqueça que a felicidade é um sentimento simples, você pode encontrá-la e deixá-la ir embora por não perceber sua simplicidade.
Ela transmite paz e não sentimentos fortes, que nos atormentam e provocam inquietude no nosso coração.
Isso pode ser alegria, paixão, entusiasmo, mas não felicidade.

(Mário Quintana)

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Stick it!



Vamos fazer justiça! Até agora só mostrei as coisas que fiz no quarto da minha filha.

Nem parece que me esmerei tanto para deixar bacana também os espaços do pequeno.

Mas… antes tarde do que nunca!

Começando pelo: banheiro.

Antiguinho, bege (argh…),… o que fazer????

Fui viajar, encontrei uns adesivos bacanas de carrinho – paixão do meu marido, que ele espera piamente que seja compartilhada pelo filho – e então, pronto!

Depois que fiz isso tudo descobri que a onda de colar anda muito forte por aqui. Teve reportagem no Casa&Decoração do Estadão, a Simone Quintas também anda falando sobre o assunto… Ou seja, foi uma idéia que colou. Prática, rápida, barata e com grande efeito.

E não é que fica legal mesmo?

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Stick it!



Vamos fazer justiça! Até agora só mostrei as coisas que fiz no quarto da minha filha.

Nem parece que me esmerei tanto para deixar bacana também os espaços do pequeno.

Mas… antes tarde do que nunca!

Começando pelo: banheiro.

Antiguinho, bege (argh…),… o que fazer????

Fui viajar, encontrei uns adesivos bacanas de carrinho – paixão do meu marido, que ele espera piamente que seja compartilhada pelo filho – e então, pronto!

Depois que fiz isso tudo descobri que a onda de colar anda muito forte por aqui. Teve reportagem no Casa&Decoração do Estadão, a Simone Quintas também anda falando sobre o assunto… Ou seja, foi uma idéia que colou. Prática, rápida, barata e com grande efeito.

E não é que fica legal mesmo?

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